Os maiores erros de CEOs brasileiros e as lições aprendidas

Por: Redação | Em:
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O evento “Os Grandes Erros” destacou decisões equivocadas e desafios superados por alguns dos principais CEOs do país. (Foto: Envato Elements)

No último fim de semana, o grupo Mercado & Opinião reuniu líderes empresariais para discutir um tema pouco explorado: os erros cometidos ao longo de suas carreiras. O evento “Os Grandes Erros” destacou decisões equivocadas e desafios superados por alguns dos principais CEOs do país.


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Os executivos compartilharam momentos críticos e explicaram como reverteram crises. Paulo Motta, vice-presidente do grupo, ressaltou que falhas fazem parte do processo e devem ser encaradas como oportunidades de crescimento.

Para o presidente Marcos Koenigkan, desmistificar o fracasso entre CEOs permite transformar tropeços em degraus para o sucesso. O evento reforçou que aprender com os erros é essencial para a evolução dos negócios.

Os CEOs relataram estratégias adotadas para superar adversidades e minimizar prejuízos. A capacidade de adaptação e a busca por soluções inovadoras foram apontadas como diferenciais para reverter cenários negativos.

Abaixo, os “grandes erros” de cinco executivos que palestraram no evento:

Júnior Borelli, fundador da StartSe:

“Colocar todos os ovos no mesmo cesto e não diversificar a receita”.

“Entendi que variedade de produtos/serviços é a melhor forma de conter a sazonalidade e sustentar todo o processo”.

Carol Paiffer, CEO e sócia fundadora da Atom Educacional:

“Não olhar os números da empresa”.

“Sua marca tem que estar sob seu controle. Entradas, saídas, tipos de produtos oferecidos, tudo tem que ser numerificado. Assim, o comando é mais acertado e se torna mais fácil”.

John Rodgerson – CEO da Azul Linhas Aéreas:

“Investir em soluções apenas intuitivas”.

“Cada vez mais compreendemos que conhecer o cliente paralelamente com o que acontece na economia do país é essencial para a sobrevivência. Certa vez, mudamos o método de pagamento para boletos e sofremos muito com a inadimplência”.

Thiago Rebello – CEO do Grupo Ri Happy

“Não ouvir o cliente”.

“A Centauro é um exemplo vivo de como ouvir o cliente é importante. Depois de realizarmos pesquisas específicas entendemos melhor as necessidades dos nossos e adequamos o ambiente da loja para isso. Resultado incrível”.

João Appolinário – Fundador e CEO da Polishop

“Apostar no produto/serviço errado”.

“Cheguei a me apaixonar por alguns produtos que trouxe através da Polishop e encomendei containers com os mesmos. O público-alvo não gostou tanto quanto eu e ‘encalhou’ nas lojas.

Entre tantos bons conselhos, o mais importante e unânime entre os líderes foi sobre inovação. “Tem que ter!”. “O questionamento constante sobre o que a empresa oferece, como oferece e se pode melhorar ou ser diferente – para melhor – de alguma forma é, talvez, o maior pilar de sustentação da longevidade de todos os tipos de negócios, não só no Brasil, mas no mundo todo”, finaliza Paulo Motta.

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